terça-feira, 30 de março de 2010

UMA PEQUENA REFLEXÃO SOBRE ÉTICA NA INTERNET

Fonte: http://portalexame.abril.com.br/rede-de-blogs/manual-do-executivo-ingenuo/

Por Adriano Silva.

Alguns dados interessantes sobre o uso de internet no Brasil que talvez você não tenha na ponta da língua: há mais de 700 000 blogs no país e 51% dos 67 milhões de internautas brasileiras buscam informação e tomam decisões a partir do que lêem em blogs. (Viva! Além de ser blogueiro da Exame, com o maior orgulho, eu sou o publisher de dois blogs: o Gizmodo, para loucos por tecnologia, e o Jalopnik, para loucos por carro.) Mais: o Orkut tem 27 milhões de usuários no Brasil. Sendo que somente o Colheita Feliz, um aplicativo do Orkut semelhante ao Farmville (uma das febres do Facebook), mantém nada menos que 21,6 milhões de brasileiros plugados – o que é bem mais do que a soma dos usuários do Facebook (8 milhões) e do Twitter (8,8 milhões) no país… E ainda: o Brasil responde pelo maior número de page views em redes sociais entre todos os países. Os usuários brasileiros são também os que mais postam vídeos na internet. Eis a tremenda importância e a crescente relevância das chamadas mídias sociais, que, na acepção corrente, como você sabe, são a soma da blogosfera com as redes sociais: Facebook, Orkut e cia.

Um dos pontos mais interessante nessa nova fronteira da indústria da mídia é o relacionamento dos anunciantes com blogs – que estão se transformando rapidamente em veículos para lá de importantes. A grande questão é a seguinte: quase nenhuma empresa imagina que ao comprar um pacote de mídia na Veja, por exemplo, a maior e mais influente revista mensal do Brasil, vá ganhar algumas matérias “favoráveis” na revista. E o leitor de Veja costuma ter a certeza de que as coberturas editoriais de Veja, alinhadas ou não com o que ele pensa, tenham qualquer influencia “comercial”.

No ambiente de blogs, infelizmente, estimulados talvez pela relativa imaturidade do meio, os relacionamentos ainda não são nem tão claros nem tão respeitosos. Ainda há marcas que esperam contrapartida “editorial” de um blog por conta de um investimento “comercial”. Não importa que esse blog seja um veículo influente – e que essa influência, que é o que no fundo interessa à marca, decorra exatamente da sua independência editorial.

Blogs relevantes e sérios vivem isso com alguma frequência: deixam de receber campanhas por conta de alguns reviews eventualmente negativos que fazem de alguns produtos de determinada marca. Entram até mesmo no black list de PR de determinadas empresas – deixando inclusive de receber releases! – por conta de sua independência. A pergunta que faço é: se a Veja não sofre esse tipo de pressão direta, por que sofrem os blogueiros? E eu mesmo respondo: porque os blogs, mesmo os maiores e mais estruturados, ainda são menores e mais vulneráveis em termos financeiros do que os grandes veículos offline. Ou seja: no final das contas, se trata de um calculado exercício de abuso de poder econômico. Quem souber resistir a esse assédio vai colher os frutos da credibilidade – um negócio sem preço e difícil pacas de construir. Quem imaginar que conseguirá alguma coisa com táticas desse tipo certamente não irá longe.

O duro é perceber que na blogofera há coisa ainda pior: posts “comprados”. É quando o blogueiro recebe da empresa o texto que vai depois assinar como se fosse seu. Isso chama-se traição do veículo ao leitor – ou usuário, telespectador, ouvinte. É quando você vende a sua isenção, a sua opinião e, portanto, a sua alma como produtor de conteúdo. Isso significa romper a mais sagrada das relações para um veículo: a confiança da audiência – que é precisamente o que lhe dá sustentação e coisa que deveria ser defendida à bala. Independente do maior ou menor drama de consciência que um blogueiro corrupto e que uma empresa corruptora possam sentir, está em curso mundo afora, inclusive aqui no Brasil, uma discussão sobre sanções penais e financeiras a essa prática.

De minha experiência à frente de dois veículos de internet, somada às minhas passagens pela mídia impressa e pela mídia eletrônica, concluo que só há uma forma correta de subir um post patrocinado ou post pago: avisando ao usuário quem é que está falando com ele naquele momento. No mundo offline, isso seria o equivalente dos informes publicitários especiais. O mundo offline, aliás, onde habitam nossos irmãos mais velhos, tem muito a nos ensinar. Quem atua na internet tem a tendência de tentar sepultar o mais rápido possível a experiência do mundo dos tijolos – mas há ali muitas lições de como fazer e como não fazer que são muito úteis e urgentemente necessárias nessa novíssimo mundo online.

Nunca é demais refletir um pouco mais sobre essas questões que são para lá de relevantes para quem vê a internet como a sua casa e não como a casa da Mãe Joana. Esse é definitivamente o meu caso.

8 CONSEJOS PARA HACER NEGOCIOS CON BRASIL

Tomado de www.semanaeconomica.com

Por Daniel Collantes y Rafael Lanfranco
30 de Marzo de 2010

Primero fue China, luego Canadá y ahora -en esta serie de publicaciones con tips para hacer negocios- pasamos a Brasil, otro de los importantes mercados con los que el país estrecha relaciones comerciales.

La importancia del vecino del este es crucial: Apex Brasil predice que el intercambio comercial entre los dos países llegará este año a US$3,300 millones, 2% más que en el 2009. Ambas serían las economías que más crecerán en Latinoamérica en el 2010, de acuerdo con diversas agencias, con resultados por encima del 5%. Además, se están cerrando negociaciones entre los dos países para un acuerdo de integración energética, y está prevista la culminación de las carreteras Interoceánicas Norte y Sur para el 2011.

Asimismo, Brasil tiene un PBI que representa la mitad del sudamericano y su territorio constituye el décimo mayor complejo comercial del mundo, lo que trae un gran potencial de negocios para sectores como agroindustria, textiles, pesca, acuicultura, joyería y artesanía.

Para entender cómo sacar mejor provecho de las oportunidades de negocios con Brasil, SEMANAeconomica.com conversó con Paulo Pantigoso, socio de consultoría de Ernst & Young, César Bonamigo, jefe del Sector Económico y Promoción Comercial de la Embajada de Brasil y Javier Martínez, jefe de la Oficina Comercial de la Cámara Binacional de Comercio e Integración Perú Brasil - CAPEBRAS.


1. No se deje engañar por la “festividad” carioca. “El negociador brasileño, si bien pudiera aparentar facilidad de llegada y calidez inicial mayor que el promedio, normalmente es una persona con un nivel de instrucción, cultura y aprecio de ciertos rigores. Por ello conviene ceñirse a un esmerado cuidado de la puntualidad de inicio de las reuniones, a un escrupuloso respeto a las fechas pactadas, a una esmerada elaboración de la información de contraparte que se solicite”, señala Paulo Pantigoso. No dejarse engañar por ese aparente estilo desenfadado, alegre y optimista de ir negociando los temas de negocios (el "jeitinho brasileiro"). El ejecutivo es directo y claro, prefiere hacer que las cosas ocurran ("fazer que as coisas aconteçam"), en este caso que las negociaciones avancen y se concreten. Así, hay ocasiones en que los negocios pueden cerrarse en 20 a 30 minutos. Business are business…

2. Hablar portugués ayuda, pero no hablarlo no impide. Las negociaciones se deben realizar, de preferencia, en su idioma (portugués), debido a que eso permite dejar una buena impresión. Sin embargo, un español sencillo también sirve. El brasileño disfruta comunicarse en lo que él mismo define como "portuñol", mezcla a su manera de portugués con el español.

3. Tratar con el dueño del circo. Como la mayoría de hombres de negocio, el ejecutivo brasileño prefiere tratar con el mismo encargado de la empresa; con quien tenga poder de decisión y un conocimiento total y los límites de ésta. Asimismo, “es necesario que para las reuniones exista equiparidad de cargos entre las partes convocadas debido a que los brasileños son bastante jerárquicos”, señala Javier Martínez. Por su parte, Bonamigo hace una importante aclaración: “Que no sorprenda que una mujer presida su mesa de negocios, pues por lo general las brasileñas son grandes negociadoras” señala.

4. Cuándo y dónde negociar: La peor fecha para negociar es a inicios de año, en enero y febrero, pues es fecha de carnavales. Lo mismo ocurre con las fechas de los mundiales de fútbol, en las que Brasil es un participante obligatorio. En otros momentos, los brasileños pueden cerrar negociaciones tanto en restaurantes u oficinas, siendo esto último más recomendable por la formalidad que representa. Durante la ronda de negociación, la mayoría de costumbres de “etiqueta” peruanas son similares a las brasileñas; sin embargo, como en el caso de China, “es preferible no tocar temas políticos, ya que debido a la pluriculturalidad puede existir cierto arraigo cultural y nacionalista”, señala Javier Martínez.

5. El tamaño sí importa: El Perú tiene oportunidad de negociar con distintos niveles de empresa, pero hay que tomar en cuenta los tamaños. Así, si una pequeña empresa peruana tiene entre 5 y 10 personas, en Brasil pueden encajar en el mismo término con un mínimo de 80 a 100 trabajadores. Estas empresas en su mayoría son exportadoras, debido a que las que se consideran grandes generalmente invierten en el país. Ejemplos de estas últimas son Andrade Gutierrez, Quiroz Galvao, Odebrecht, o Electrobras. Así que al momento de negociar, no vale subestimar una empresa por su tamaño ni tampoco la formación y capacidad de sus ejecutivos. Por lo general, el perfil del que está en una empresa brasileña grande es muy parecido al de quien está en una pequeña.

6.- Somos hermanos latinoamericanos: El gobierno brasileño intenta mejorar la balanza comercial con los países latinoamericanos, por lo cual ha creado un programa de Sustitución Competitiva de Importaciones que da prioridad a importaciones de Sudamérica, cuando estos productos son tan competitivos en la relación calidad-precio con EEUU y la Unión Europea. Todos los años, CAPEBRAS realiza una conferencia “Cómo exportar a Brasil” en el que su gobierno envía a funcionarios de diferentes áreas para explicar mejor las posibles trabas y los certificados necesarios.

7.- Ciudad de Dios: Como en el Perú, los Estados Federados (como las regiones peruanas) que poseen un mayor crecimiento y nivel industrial están en la costa, principalmente en la costa sur. Así, la mayoría de negocios se cerrará en São Paulo, el centro de negocios por excelencia, donde está la mayor parte de la industria brasileña. Allí está la FIES, el gremio industrial más importante, probablemente a nivel sudamericano, ya que agrupa más de 130,000 empresas industriales. Sin embargo, debido a las Interoceánicas Norte y Sur, el comercio fronterizo será mayor a nivel regional; resaltan así estados como Manaos, limítrofe con Loreto, por el norte (zona franca y donde se produce la mayoría de artículos electrónicos que se consumen en el país), y por el sur, Acre y Rondônia, limítrofes con las regiones peruanas de Ucayali y Madre de Dios.

8.- Como se ha hecho usual en esta serie de artículos, en nuestro octavo consejo lo invitamos a compartir con nosotros su experiencia de negocios con Brasil.

domingo, 21 de março de 2010

OS DESASTRES SÃO NATURAIS?

Apenas uma reflexão sobre estes momentos em que sabemos que nossas vidas estão ameaçadas pela força da natureza.

No Peru, que sempre ficou sujeito a fenômenos naturais como terremotos, inundações, ¨heladas¨, secas, “huaycos ” e “El Niño”, que causam grandes perdas ao país, devemos entender a necessidade de gerar uma cultura de prevenção de desastres. Porque os desastres “naturais” são provocados pela própria população, por falta, justamente, dessa cultura.

Para começar, o Peru é localizado numa das zonas sísmicas mais ativas do mundo e tem uma complexa orografia. Em muitos lugares do país, construímos á beira dos rios, das estradas interestaduais, ao pé das montanhas e nelas mesmas. Construímos deficientemente, sem supervisão profissional, sem tecnologia adequada, desrespeitando os regulamentos urbanos; tugurizamos cidades, desmatamos áreas verdes, exploramos descontroladamente recursos naturais etc. Soma a isso autoridades “cegas” e desimportadas, expansão urbana sem planejamento, falta de consciência do perigo, ausência de uma cultura de prevenção de desastres e a despreparação para enfrentar o impacto na economia: desabastecimento alimentário, empobrecimento, migração, etc.

O que estamos construindo? Vulnerabilidade. Podemo-nos dar ao luxo de reconstruir-nos a cada vez que acontecer um desastre? Os desastres não são naturais, são construção social.

Algumas instituições públicas e privadas vem trabalhando, junto à população e autoridades, a gestão e prevenção de desastres através de ensaios de laboratório para materiais de construção, incorporação de tecnologia sismo-resistente nas construções rurais, ordenamento territorial em algumas províncias, mapas de perigo, cuidado da água, etc.

Acho que foi o ministro do Ambiente que declarou que “por cada sol investido na prevenção de desastres, 10 não se gastarão na reconstrução”. O que é que cada um de nós vai fazer?



P.D. Aproveito o espaço para compartilhar estas dicas:

Prevenção contra terremoto:
http://elcomercio.pe/noticia/449990/que-sismo-no-nos-coja-desprevenidos

Kit de supervivência:
http://elcomercio.pe/noticia/450012/mochila-que-puede-salvarnos-ante-terremoto

domingo, 7 de março de 2010

8 DE MARÇO: DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Segunda-feira 8 de maarço comemora-se o Dia Internacional da Mulher. Sabe a historia por trás desta data?

Em 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte-americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve¹.

Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs² morreram carbonizadas.

Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca
, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem às mulheres que morreram na fábrica nova-iorquina. Mas foi apenas em 1975, através de um decreto, que a data foi oficializada pela ONU.


Reflexão: O que significa o dia internacional da mulher atualmente? Ela vive a mesma situação em todos os países? Quais são suuas principais conquistas nos últimos tempos? O que lhe falta por conquistar?


¹Greve = Recusa, resultante de acordo, de operários, estudantes, funcionários, etc., a trabalhar ou a comparecer onde o dever os chama até que sejam atendidos em certas reivindicações.
²Tecelã = mulher que tece ou trabalha em teares.

vídeos históricos de mulheres que se destacaram em suas áreas:
http://g1.globo.com/Sites/Especiais/Noticias/0,,MUL1517766-17856,00-CONFIRA+VIDEOS+HISTORICOS+DE+MULHERES+QUE+SE+DESTACARAM+EM+SUAS+AREAS.html

MAIS MÚSICA GENTE...

Mais alimento para nosso espírito, mais água para nossa sede, mais arrepio para nossa pele.
Fabiana Cozza, (34, SP, formada em Jornalismo e estudiosa do canto popular), Valéria Sattamini (38, RJ, formada em Administração de Empresas, ex-funcionária de banco), Uliana Dias (36, Ribeirão Preto, formada em Ciências Sociais e estudosa da música popular) e Vanessa Bumagny (39, SP, ex-cantora lírica, atriz e músico). Senta e escuta.

"Isto sim é Samba Blim!" Valeria Sattamini
http://www.youtube.com/watch?v=G2Z5KXs3LMw

Uliana, Eribêra, Nosso rio.
http://www.youtube.com/watch?v=M65gRhLzQLk

ARIDO Vanessa Bumagny
http://www.youtube.com/watch?v=IpqOEKhdrcg

Fabiana Cozza - Me Deixa Em Paz
http://www.youtube.com/watch?v=tF4E02GNZJs

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

A ÁGUIA (Fábula de Gotthold Ephraim Lessing, Alemanha, 1729-1781)

O homem perguntou a águia:
- Por que crias teus filhotes em ninhos feitos em lugares tão elevados?
- E teriam eles coragem para se aproximarem do sol, em sua idade adulta, se eu construísse meu ninho no chão?, respondeu a águia.
filhote= cria de animal.
ninho= abrigo que as aves fazem para a postura de ovos e criação dos filhotes.
(Tomado de um dos meus livros favoritos: Fábulas do Mundo Inteiro, Editora Cultrix, 3ª edição, São Paulo, 1968)

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

POR QUE CELEBRAMOS O DIA DOS NAMORADOS EM 14 DE FEVEREIRO?

Muita gente vai comemorar, em poucas horas, o dia dos namorados. Aqui, na cidade de Lima, há muita expectativa entre os comerciantes, pois se trata de uma data muito favorável para vendas. Rosas, chocolates, passeios, viagens, hotéis, cinemas, restaurantes, roupas, aparelhos eletrônicos e muito mais movimentam a economia. E, logicamente, também entre os namorados. Mas... você sabe por que nesse dia comemora-se a festa dos namorados? Bem, aqui a história.
O dia dos namorados começou a ser celebrado no século III, após a morte do sacerdote São Valentim. Na época, o imperador de Roma, Cláudio II, queria que os homens se alistassem para a guerra, mas em função da família e dos filhos, o número de alistamentos era muito baixo. Somente os solteiros se dispunham a morrer em combate. Observando isso, o imperador decretou uma lei que proibia os homens de se casarem, sob pena de morte para quem descumprisse a ordem.
Os jovens namorados ficaram revoltados com a determinação de Cláudio. Além deles, o sacerdote Valentim também não concordava com a imposição do imperador e resolveu celebrar os casamentos clandestinamente. As cerimônias eram realizadas em salas com pouca iluminação, para não chamar a atenção dos guardas romanos. Numa noite, os soldados surpreenderam o sacerdote durante a celebração de um casamento. Os noivos conseguiram escapar, mas Valentim foi preso e condenado à morte.
Durante os dias em que esteve aprisionado, vários apaixonados passavam pela janela da cela do sacerdote e jogavam flores e mensagens dizendo acreditar no poder do amor. Uma das jovens era filha do carcereiro e conseguia visitar Valentim. No dia de sua execução, o condenado agradeceu as conversas com a amiga através de uma carta, fazendo com que muitos acreditassem que ele havia se apaixonado pela moça. Essa mensagem teria iniciado a prática dos namorados trocarem mensagens de amor. A execução do sacerdote aconteceu no dia 14 de fevereiro de 269, data em que passou a ser comemorado o dia dos namorados.

E SABIA QUE NO BRASIL NÃO SE COMEMORA NESSE DIA?

No Brasil, a data é comemorada em 12 de junho, às vésperas do dia de Santo Antonio, o santo casamenteiro. Mas a proximidade das datas é apenas coincidência. Na realidade, tudo começou em 1949, com uma campanha do publicitário João Dória, sob encomenda da extinta loja Clipper. Para melhorar as vendas de junho, mês considerado o mais fraco para o comercio, Dória instituiu a data com o slogan “Não é só de beijos que se prova o amor”. Para felicidade dos comerciantes, a moda pegou e no ano seguinte passou a se comemorar o dia 12 de junho como o dia dos namorados.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

A REVOLUÇÃO DAS REDES SOCIAIS NO BRASIL

Gente, olha aqui: a AgênciaClick realizou um radar completo do perfil dos brasileiros nas redes sociais e achou números impressionantes: 1 em cada 3 brasileiros já está conectado à internet, o que representa 70 milhões de pessoas! Se Orkut fosse um estado brasileiro, teria a maior população do país! A presença em Twitter aumentou em 1382%! Vai lá! Assiste o vídeo.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

O CARNAVAL BRASILEIRO

Fevereiro é o mês do carnaval, a maior festa do mundo. A comemoração é variadíssima segundo países e culturas, sendo apoteóticas no Brasil. Mas, sabe qual é a origem dele? Estando muito próxima sua nova versão, compartilho com vocês um resumo, publicado num jornal virtual, da palestra que dei na Universidade Villarreal, em fevereiro de 2004, justamente sobre sua origem, evolução, importância e transcendência.




El carnaval es la fiesta más grande del mundo, dicen los brasileños y no les falta razón. Es la fiesta del pueblo, de la unión del pueblo. Cuatro días vividos intensamente; planeados, esperados, sufridos, gozados, llorados… Un año entero de trabajo indesmayable: pintores, bailarines, carpinteros, historiadores, músicos, cantantes, cocineros, costureros, etc. Un solo corazón, una sola razón para volver a vivir.

La historia de este carnaval nos remonta a los barcos portugueses que trasladaban a los negros de sus colonias africanas al Brasil. En ellos, los esclavos, obligados a todas las tareas de carga al son de un cruel látigo, encontraban un hálito de vida en los baldazos de agua que recibían de sus patrones, con el fin de revivirlos y que continuasen en la dura faena. Ya por las noches, bailaban, cantaban y oraban para olvidar la tristeza y la humillación, para soñar con la libertad o para mantener el buen estado físico indispensable en el negocio de compra-venta de esclavos de entonces. Se dice que aquel rozar de ombligos así como toda aquella sensualidad y excitación producida por los improvisados tambores son el ancestro más remoto del samba. Y de varios géneros musicales que hoy inundan nuestras pistas de baile y salas de música.
Con el paso del tiempo, ya en tierra, mientras las relaciones entre amos y esclavos se profundizaban, durante los domingos, se notaba poco a poco el sincretismo entre ambos patrones culturales. Los negros iban a misa y luego, vestidos con sus ropas más bonitas, alababan a sus dioses africanos mientras de a pocos comenzaban a imitar los modales de sus señores. Nacía el “cocumbi” (s.XVII), que ya mostraba pulseras, plumas, collares, mantos bordados, acompañamiento musical, representaciones de luchas y desfiles callejeros.


Otra parte de la historia comienza a contarse cuando en 1641, para conmemorar la restauración de la monarquía portuguesa, llega al Brasil el “entrudo”, verdaderas batallas campales de agua, harina y hollín, en las que huevos podridos y legumbres malogradas se lanzaban a los transeúntes. Nadie podía salir a la calle pues corría el riesgo de ser metido en una tina con agua sucia, que también era arrojada de lo alto de las casas. Reaccionar era peor, pues se recibía en la cara los “limões-de-cheiro”, especie de medias naranjas huecas, de cera o de goma, llenas de agua perfumada; que también eran usadas como proyectil o, incluso, una “alvaiade”, un pigmento blanco, compuesto de carbonato básico de plomo o de óxido de zinc. Ni los adultos se salvaban. Hasta que un juez del tribunal de justicia, Alexandre Joaquim de Siqueira, lo reprimió, imponiendo penas pecuniarias, prisión de dos a ocho días o cien azotes -en caso de ser esclavo-.

La campaña contra el entrudo fue dura y persistente; sus primeros resultados se vieron en 1854, con un carnaval civilizado que mostraba familias, carruajes y caballos disfrazados y una “guerra” de pica-pica y serpentinas; corsos, carros descapotados, marchas y samba.

Posteriormente aparece el Carnaval de Salón, en el que médicos, periodistas, militares, hacendados, altos funcionarios públicos, jóvenes adinerados y las familias más consideradas se confundían en la mayor alegría. Se adornaron los teatros, aumentaron la venta y alquiler de disfraces –incluso su importación-; la ciudad se volvió un jardín florido y perfumado.

Es así como aparecen en Río de Janeiro los primeros clubes carnavalescos, que incluían pinturas y esculturas elaboradas por artistas de la Escuela de Bellas Artes y canciones con letras de sentida crítica social y política.

De otro lado, entre navidad y bajada de reyes de cada año, grupos de “pastorinhas” que salían en procesión desde la periferia hacia el centro de la ciudad para visitar iglesias, se fueron transformando en “ranchos carnavalescos” y se uniformizaron con los grupos ya existentes.

Todos estos segmentos de la sociedad y sus respectivos grupos carnavalescos acabaron configurando el carnaval y, más tarde, las escuelas de samba que hoy conocemos. De un equipo de fútbol nació “Mocidade Independiente de Padre Miguel”; de una esquina de barrio, “Deixa Falar”.

Hace unos cincuentitantos años, los intereses comerciales y los medios de comunicación entraron en escena: transmisiones televisivas, construcción de sambódromos, estímulo a las industrias turística y fonográfica, etc. El ulterior desarrollo de la relación empresa-cliente convirtió al desfile en una vitrina para el merchandising, con premiaciones públicas, guerra de cervezas, disputas por patrocinios, apariciones y participaciones de actores, modelos y futbolistas y cierre de negocios en pleno desfile. Y ni hablar del desarrollo del sector servicios: hoteles, restaurantes, discotecas, transporte, hospitales, policía, etc.

Al final de cuentas, ¿que se gana en el carnaval? Apenas la gloria del desfile y el reconocimiento popular. Es una fiesta de alegría y relajo, pero también de liberación, como necesidad social. Es la fiesta de la igualdad social, del vale-todo, de la inexistencia de prejuicio, de la mayor democracia, de la eterna conmemoración de la vida, como dice un autor cuyo apellido no recuerdo. Su realización altera el trabajo de la industria, el comercio y del gobierno. Imposible calcular su costo; no importa, considerando la magnitud de los beneficios recibidos.