quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Rock in Rio dá espaço à nova cara da música brasileira



A nova cara da música brasileira mistura MPB, samba, eletrônica, hip hop e, sobretudo, rock, e marca presença no mega festival Rock in Rio, que deve reunir 700.000 pessoas até domingo no Rio de Janeiro.

Tulipa Ruiz, Karina Buhr, Marcelo Jeneci, Emicida e Tiê são alguns dos artistas que, apesar de no Rock in Rio estarem restritos ao palco menor, o Sunset, já vêm fazendo sucesso no cenário musical alternativo brasileiro e recebem críticas positivas da imprensa especializada.

Os músicos da nova geração misturam influências diversas, da MPB ao rock, e produzem um som "leve", e ao mesmo tempo moderno e urbano, explica à AFP o sanfoneiro, pianista e cantor Marcelo Jeneci, que se apresenta no festival na quinta-feira.

"O mais importante é a adequação da melodia à letra, independentemente do estilo ou gênero", declara o artista paulista de 29 anos sobre seu disco "Feito para Acabar", de 2010.

Para ele, o cenário musical brasileiro está mudando por conta da internet, que deu espaço a pessoas que "têm algo a dizer, de forma mais pura e menos plastificada".

O show no Rock in Rio também é uma oportunidade de tocar para um público mais amplo, afirma à AFP Tulipa Ruiz, outra cantora revelação que vem recebendo elogios por seu álbum "Efêmera", de 2010, que ela define como essencialmente "pop".

De fato, ao dividir o palco no sábado com os já consagrados músicos da banda pernambucana Nação Zumbi - precursora do movimento manguebeat - Tulipa conquistou mais fãs.

"Foi bem interessante o festival trazer gente nova", disse Daniel Terra, publicitário paulista de 27 anos, sobre a apresentação.

Vestida com um macacão de lantejoulas e tocando tambor, a cantora e percussionista pernambucana Karina Burh fez seu show no sábado cantando músicas de Marcelo Yuka, um dos fundadores do Rappa. O disco de Karina, "Eu Menti para Você", une influências de música pernambucana às guitarras com um pouco de eletrônica.

O Rock in Rio também promove a interação entre músicos latino-americanos, como é o caso do show no próximo dia 1º da brasileira Tiê com o uruguaio Jorge Drexler, que participou do último álbum da cantora, "A Coruja e o Coração", um disco que segundo ela é "folk, com influências de Beatles a Jhonny Cash".

"Não conheço Drexler pessoalmente, mas resolvemos tocar juntos porque temos uma identidade musical bastante semelhante", afirmou Tiê, destacando a "doçura" que o uruguaio imprime em suas canções.

O palco Sunset também abrigará na sexta-feira o rapper Emicida que, além de fazer as denúncias sociais inerentes ao estilo, leva um pouco de "lirismo" ao rap. Ele se apresenta com o mestre do samba Martinho da Vila, em uma mistura inusitada.

O show do grupo Monobloco, criado em 2000, dará um toque carnavalesco à sexta-feira. A banda é uma das responsáveis por resgatar o Carnaval de rua no Rio de Janeiro, misturando marchinhas a canções de ícones do pop brasileiro, como Jorge Benjor e Tim Maia.

Justamente por mostrar que não tem preconceitos, o Rock in Rio foi escolhido para ser tema do samba-enredo da escola de samba carioca Mocidade Independente no Carnaval de 2013.


domingo, 18 de setembro de 2011

REVISTA DA CULTURA, edição setembro 2011.


Leia a REVISTA DA CULTURA, edição de setembro de 2011: aplicativos para celulares, a presença do negro no audiovisual brasileiro, últimos lançamentos em dvd e cd, agenda cultural e mais...



sábado, 27 de agosto de 2011

DOIS ANOS...

É isso mesmo... dois anos na estrada... dois anos na companhia de todos vocês... verdade que no último ano com menos presença que no primeiro, por causa dos estudos e do trabalho, mas aí, encima, tentando e tentando... surpreendido pelo número de visitantes diários, pelo acolhimento, pelos comentários gratos...

Agradeço os minutos das suas vidas dedicados a lerem este bloguinho, que ganha agora contas no Facebook, no Twitter e no Youtube, com a ilusão de se tornar em grande aliado de todos vocês no caminho de recordar e praticar a língua portuguesa.

Hoje, 28 de agosto, com 2 anos de vida, carregada minha mochila de esperança pelos novos empreendimentos, comemoro com um copinho de pisco, outro de cachaça e uma fatia de torta.

São vocês que me dão vida e que me permitem ser e fazer. Muito obrigado. Vamos voar.

Lev.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Para cumprir metas do novo PNE, serão precisos R$ 100 bilhões a mais do que prevê o MEC, diz estudo - O Globo

Para cumprir metas do novo PNE, serão precisos R$ 100 bilhões a mais do que prevê o MEC, diz estudo - O Globo

Após o processo de democratização da educação básica, iniciado nos anos 1990, o desafio agora é melhorar o ensino. O CNDE afirma que o custo anual, nos próximos dez anos, para o atendimento das metas do PNE II, precisa ser de R$ 16,9 bilhões, e não R$ 6,109 bilhões como estabelece o MEC. No decênio, serão precisos R$ 100 bilhões a mais do que o previsto. Leia tudo clicando em http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2011/08/17/para-cumprir-metas-do-novo-pne-serao-precisos-100-bilhoes-mais-do-que-preve-mec-diz-estudo-925144157.asp#ixzz1VIuJQabE